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Por que o fornecedor deve assinar o termo de responsabilidade

O MetalTech_ Assina existe, neste contexto, para o fornecedor assinar o termo sobre os materiais que está vendendo — com dados, selfie e assinatura ligados àquela compra. Isso protege a empresa que compra de boa-fé e afasta quem não quer se responsabilizar.

Aviso: o MetalTech_ Assina é uma assinatura à parte e pode ser incluída no plano do usuário.

O risco real no pátio

Muitas vezes o dono do ferro-velho não sabe se a sucata veio de furto. Comprar material “quente” pode gerar dano judicial grave — inclusive acusação de receptação (em alguns casos, receptação qualificada).

Exigir identificação, pagar o preço justo e guardar o termo de responsabilidade atrelado ao fornecedor e ao material ajuda a mostrar que a empresa agiu de boa-fé: pagou o valor correto de mercado e não tinha como saber se aquele material era ou não oriundo de crime.

Na prática, isso também afasta certos fornecedores que não querem deixar nome, documento e assinatura — justamente o tipo de pessoa que pode trazer problema para a empresa.

Limite importante — leia com atenção: o termo e a documentação não afastam a responsabilidade criminal quando a empresa compra produtos cuja própria natureza já indica que podem ter sido furtados. Exemplos clássicos (e em geral proibidos de compra por ferro-velho): Nestes casos, a boa-fé não se “prova” com termo: o caminho certo é não comprar. O Assina e o termo servem para a rotina legítima de sucata comum — não para “esquentar” material claramente irregular.

O que o Assina faz nesse fluxo

No tablet, o fornecedor lê o termo, confirma os materiais da compra, assina na tela e tira selfie. Ficam registrados também dados que ajudam a provar quem assinou e de onde (como IP e localização, quando disponíveis).

O comprovante fica ligado à compra no MetalTech_: fornecedor + material + valor + termo. Só depois o caixa segue com o pagamento, se essa for a regra da empresa.

Fornecedor assinando o termo no tablet

Como funciona, passo a passo

Fluxo simples para a compra no pátio — sempre com o fornecedor se responsabilizando pelo que está vendendo.

Compra com dados do fornecedor e do material
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A compra é registrada com dados claros

Quem trouxe o material, o que está sendo comprado, peso/quantidade e valor. Sem “compra no escuro”: a empresa sabe a quem o material está ligado.

Fornecedor com tablet do termo
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O fornecedor assina o termo no Assina

No tablet, com a tela voltada para ele, o fornecedor vê o termo de responsabilidade pelos materiais que está vendendo, assina e tira selfie. Não é o funcionário da empresa que assina no lugar dele.

Selfie e assinatura no termo
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Fica a prova de quem assinou

Além da assinatura na tela e da selfie, o registro pode trazer IP e localização. Isso reforça que aquela pessoa, naquele momento, assumiu a responsabilidade pelo material.

Termo guardado na compra
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O termo fica guardado na compra

O documento assinado volta para o MetalTech_ ligado àquela operação. Se um dia houver questionamento, a empresa tem o histórico: quem vendeu, o que vendeu, quanto recebeu e o termo assinado.

Pagamento após o termo
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Só então o pagamento segue

Com o termo assinado e o preço justo registrado, o caixa paga o fornecedor. Quem não quer se identificar ou assinar costuma desistir — e isso já protege o pátio.

Vantagens para a empresa

O que o Assina não resolve

Não transforma material claramente irregular em compra “segura”. Cabos de telefonia, cabos de alumínio de concessionária, tampas de bueiro e itens proibidos não devem ser comprados — termo nenhum substitui essa regra.